ITL-07 SERVIÇO DE CONSULTORIA

Gestão de Vulnerabilidades

O problema raramente é encontrar vulnerabilidades — é decidir, entre milhares, quais importam de verdade esta semana, e corrigi-las onde elas realmente vivem: na infraestrutura, no código e nas dependências.

O problema

Scanners produzem backlogs de milhares de vulnerabilidades "críticas" que nenhum time consegue (nem deveria) corrigir integralmente. A pontuação de gravidade sozinha mede risco teórico, não probabilidade de exploração: uma falha 9.8 sem exploração conhecida pode importar menos que uma 7.5 ativamente explorada. E uma parte crescente do risco nem está na infraestrutura — está no código da própria empresa e nas bibliotecas de terceiros que ele importa.

Como atuamos

Priorização por risco real

Modelo de pontuação composta que combina gravidade (CVSS), probabilidade de exploração (EPSS) e exploração ativa confirmada (catálogo KEV da CISA) em um índice único, consumível por integração e aplicável a toda a esteira — da descoberta ao painel executivo.

Correção em código próprio

Integração de análise de segurança ao ciclo de desenvolvimento: identificação de falhas no código-fonte, triagem com o time de engenharia e correção priorizada pelo mesmo critério de risco — fechando a vulnerabilidade na origem, não no sintoma.

Dependências de terceiros e cadeia de suprimentos

Análise de composição de software: inventário das bibliotecas e componentes de terceiros (incluindo geração de inventário formal de componentes), vulnerabilidades herdadas, licenças e estratégia de atualização contínua de dependências.

Remediação assistida por IA, sob supervisão

Uso de IA para acelerar a correção — geração de propostas de correção em código, atualização de dependências e triagem de achados — sempre com revisão humana especializada antes de qualquer mudança. A IA dá velocidade; a supervisão garante que a correção não introduza um problema novo.

Processo e triagem técnica

Desenho do ciclo completo — descoberta, enriquecimento, priorização, dono, prazos de correção por faixa de risco e métricas de envelhecimento — com validação manual de aplicabilidade antes de mobilizar times, eliminando falsos positivos.

Experiência aplicada

Modelos de priorização composta em produção e programas de gestão de vulnerabilidades desenhados para operações digitais de grande volume, integrando infraestrutura, aplicações e esteiras de desenvolvimento.

Perguntas frequentes

Por que a pontuação de gravidade sozinha não basta para priorizar?

Porque ela mede gravidade potencial em condições genéricas, não a chance real de exploração no seu contexto. A probabilidade de exploração estimada e a confirmação de exploração ativa mudam radicalmente a ordem da fila — e o retorno do esforço de correção. Combinar as três dimensões produz uma fila dez vezes menor e muito mais defensável perante auditoria.

Como funciona a correção assistida por IA na prática?

A IA atua onde dá velocidade com risco controlado: propor a correção de uma falha no código, preparar a atualização de uma dependência com as mudanças de compatibilidade mapeadas, agrupar achados duplicados. Toda proposta passa por revisão de especialista e pelos testes da esteira antes de chegar a produção. O ganho típico é reduzir de semanas para dias o ciclo de correção — sem abrir mão do controle.

Isso substitui nosso scanner de vulnerabilidades?

Não — usa os dados dele. O scanner continua descobrindo; o modelo enriquece, prioriza e conecta a descoberta à correção, inclusive quando a correção é em código ou em uma biblioteca de terceiro que o scanner de infraestrutura não enxerga.

Precisa de uma conversa sobre gestão de vulnerabilidades?

Descreva o cenário em duas linhas. Respondemos com uma leitura honesta — inclusive se a resposta for que você não precisa de nós.

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